sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019



Convite para Auditório Orlando Monteiro do Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. (INR, I.P.), Avenida Conde Valbom, nº 63, em Lisboa, entre as 16h30 e as 18h30.

As inscrições efetuam-se online:

No próximo dia 20 deste mês de fevereiro de 2019, Dia Mundial da Justiça Social, vão ser lançados dois livros da minha responsabilidade no local, dia e hora acima indicados:

1º - Guia de Intervenção Precoce na Disfunção Visual: Teoria e Prática em Educomunicação e Cultura na Família e na Sociedade (apresentado pelo Mestre em Comunicação Alternativa e Tecnologias de Apoio Prof. Aquilino Rodrigues).

2º - Dicionário de Conceitos, Nomes e Fontes para a Inclusão: Humanizar a Vida em Cidadania e no Prazer Solidário de Existir, que abrange o conceito de inclusão numa dimensão holística em progressiva atualização e alargamento (apresentado pelo Psicopedagogo e Motricista Professor Doutor Vítor da Fonseca).

No final das duas apresentações farei uma breve comunicação, em parte cientificamente fundamentada nas referidas obras, subordinada ao título «Para uma Teoria da Equidade em Educomunicação e Cultura: Diversidade e Disfunção Visual», seguida de debate.

Quem puder dar-me o grande prazer e honra de aparecer, será uma enorme alegria e incentivo que me dão para eu continuar neste propósito investigativo e de desenvolvimento humano.

O meu Abraço a todas e a todos.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Festas Felizes e Próspero 2019!


Festas Felizes e Próspero 2019!

As diferentes efemérides oficialmente institucionalizadas que ao longo dos anos se vão sucedendo nas suas evocações, e à luz de um dos símbolos mais brilhantes de sempre (poderoso e frágil, a comunicação), também incentivam à aproximação dos homens e dos povos, dos grandes valores humanos, das culturas e religiões, dos países… à compensação ou eliminação dos horrores e barbaridades humanas, aos combates pela verdade e liberdade, pelos direitos do Homem (valorizando a diversidade na promoção da equidade), pela democracia (fraternidade-igualdade-liberdade), à esperança, perspetivando uma mais séria e profícua humanização do mundo na educação e justiça social, na solidariedade e na partilha.
No seio desta minha constatação, desejo, de coração, a todas(os) e Ex.mas Famílias, Festas Felizes, Santo Natal e um 2019 pleno de saúde e êxitos, de retemperança e revitalização, de luta pela justa riqueza humana, pelas conquistas felizes e reconfortantes da estrutura intrínseca e espiritual.
Forte Abraço.
Augusto Deodato Guerreiro (20-12-2018).

sábado, 20 de outubro de 2018


Hoje (20.10.2018), no 1º Aniversário da Associação Bengala Mágica, em cujo Evento estive presente, com imensa honra e grata satisfação (por amável Convite da mesma), fui escrevendo, sempre, muita coisa. E achei que, a propósito, deveria partilhar com todos o seguinte:

Fiz Amigos neste Evento, encontrei nele outros já Amigos, entre eles (sem desprimor para nenhum outro), pude abraçar o meu velho e querido Amigo e Colega David Rodrigues.
«Para a pessoa cega, o limite do horizonte é sensível ao nível da conciliada junção da sua tatilidade, audibilidade e somatossensorialidade a distância falada através dos olhos anatómicos de alguém extremamente sensato e observador em imparcialidade.

Se estiver só, a pessoa cega, sem ninguém normovisual consigo, esse limite do horizonte pode apenas confinar-se ao alcance da sua tifloperceptibilidade, tátil/propriocepção/sinestésica, ou da extensibilidade tátil da sua bengala ou da informação sensorial eletrónica da mesma.

A “Bengala Mágica” é uma designação eufemística muito saudável e promocional das relações humanas e humanização da vida, para nos referirmos a necessidades tiflológicas específicas que se prendem com a criação de condições igualmente específicas para se colocarem as pessoas cegas, desde o berço à adultez, nas novas sendas da orientação e mobilidade, do autoconceito e autoestima, da autoimagem e autoconfiança no seu relacionamento e interação com as outras pessoas e com o próprio ambiente, num horizonte tão inclusivo quanto a nossa imaginação possa alcançar.

Um ano de vida pode ser ainda pouco, mas já nos dá sinais de inequívoca vontade e determinação para também contribuir com inovação emocional/afetiva e de atuação para um mundo Mais para Todos, onde os cidadãos cegos e com baixa visão tenham legitimamente lugar.

Esta é a minha forma singela, mas profundamente sentida, de exprimir os meus Sinceros Parabéns aos pais (de coração maior do que o mundo) e à Associação Bengala Mágica pelo seu Primeiro Aniversário.

Ver e Não Ver é, como a diferença entre um dia límpido, de sol e céu azul, e o breu numa noite escura.

Mas há uma faculdade tiflossensoriocognitiva, sociocognitiva e de intelecção que atravessa essas diferenças sensoriais e abismais, e às vezes até se lhes sobrepõem como potencialidade multissensorial em suplência para suprir, de algum modo, essa enorme desvantagem perceptivo-sensorial e neuro-observacional, em cujo domínio há tanto, tanto, a fazer nos planos investigacional e desenvolvimental!

Estou convosco! PARABÉNS!» (ADG).

sábado, 22 de setembro de 2018


Reflexão sobre “Ver com Outros Olhos”

«Há pessoas que veem muito pouco, ou nada, com os olhos do corpo abertos. Há pessoas que veem muito com os olhos do corpo fechados. Não vemos “com outros olhos”. Vemos com a universalidade educativa e cultural que formos capazes de ir cultivando ao longo da vida, com a competência somatossensorial e sinestésica, e alternativas capacitantes a que vamos recorrendo. “Ver com outros olhos” é um eufemismo redutor do conceito de visão, porque a importância e beleza do que se vê está na capacidade cognitiva e intelecção de cada um de nós. Vemos com todo o tipo de olhos que possuímos, porque cada um de nós vê diferente o que é suposto ser igual para todos.»
(Augusto Deodato Guerreiro, Gulbenkian/Lisboa: 22.09.2018).

É esta a razão por que, como disse Carlos Queiroz,

«Ver só com os olhos
É fácil e vão,
Por dentro das coisas
É que as coisas são».

sexta-feira, 14 de setembro de 2018


Guia de Intervenção Precoce na Disfunção Visual de Augusto Deodato Guerreiro


Mais um FRUTO da ESPERANÇA!
«A nossa vida é o mais belo e sumptuoso Património humano, Legado Divino que nos foi entregue para gerirmos e nunca deixarmos falir; a nossa dignidade é o sangue e o capital sublime que O sustenta e expande.» (ADG).
«Longo é o caminho para a inclusão, porque é breve e efémero o das palavras e ações, ainda que por vezes ousadas e persistentes nesse processo.» (ADG).
Aqui está, nesse sentido, este meu contributo… que tanto desejo partilhar!
Pretendo enriquecer mais ainda este contributo com aqueles que, relacionados, me vierem a chegar!
Leiam, por favor, a Contracapa, para ficarem com uma ideia do livro.
O meu Abraço Amigo.


sexta-feira, 7 de setembro de 2018

"A notabilidade daquilo que observamos e pensamos está na universalidade do nosso olhar e na dignidade com que o inteligimos e sentimos."

Augusto Deodato Guerreiro 07.09.2018

sábado, 1 de setembro de 2018

Vivo, adormeço e acordo com a esperança no coração.
A esperança nunca poderá entender-se como "o mais sórdido dos sentimentos" (Borges). A sordidade não tem lugar na esperança em dignidade humana, porque essa dignidade é um filtro e um impedimento inexpugnável a todo o tipo de nocividade humana. A esperança "não significa uma promessa", mas "um caminho, uma possibilidade", por vezes "um perigo" (Edgar Morin). A esperança é o sentimento aparentemente vital, que nos ilude na forma de alento alternativo e derradeiro para a evocarmos e sentirmo-nos ou fingirmo-nos vencedores. Mas também pode ser, para os cristãos de indómita fé, um vislumbre expectante ou eventualmente viabilizável... Mas que, não se viabilizando, ser essa constatação entendida, em gratidão, como dádiva apropriada dos desígnios insondáveis de Deus. "Nunca ter sofrido é nunca ter sido abençoado" (Edgar Allan Poe). Efetivamente, só com dificuldades, obstáculos de toda a ordem, é que conseguimos crescer e concretizar a esperança possível. Cada um de nós pode ser uma lição de esperança e consecução de êxitos na esperança, realizando esperança. Pegando num neologismo de Mia Couto, há que "abensonhar" as dificuldades, as fragilidades e os sucessos da vida para que a esperança subsista e nos mantenha convictos lutadores ativos. "Enquanto houver vontade de lutar, haverá esperança de vencer" (Santo Agostinho)."Nada se consegue no mundo sem ser pela esperança" (Martin Luther King, Jr.).
- Augusto Deodato Guerreiro, Feijó, 10-08.2018. -